Freight forwarders trabalham num mercado extremamente competitivo.
Os mesmos armadores. Os mesmos agentes. As mesmas rotas. Todos recebem, praticamente, as mesmas tarifas.
O problema nunca foi falta de tarifa.
O problema sempre foi descobrir, rapidamente, qual cliente deveria recebê-la.
Enquanto a tarifa circula por e-mail e planilha, a janela fecha.
O espaço acaba. O GRI entra. O concorrente — que recebeu a mesma tarifa — liga primeiro. A vantagem competitiva real de um forwarder não é a tarifa: é a velocidade de roteamento entre a tarifa e o cliente certo.
E aí nasce o
Freight Opportunity Engine.
Não nasceu num escritório de software.
Nasceu dentro da operação real de um freight forwarder em Itajaí, Santa Catarina — testado todos os dias com tarifas reais, clientes reais e a pressão real da janela que fecha. Antes de ser produto, foi ferramenta de sobrevivência comercial.
A trade lane é o objeto-rei.
A IA propõe, o humano confirma.
Domínio antes de tela.
Free time, incoterm, P-TAX, taxas locais por porto, transbordo, DTA — modelados de origem, não customizados depois. Uma IA que nunca inventa um dado: se o documento é ilegível, ela devolve vazio. E fronteiras deliberadas: não somos TMS, ERP nem sistema aduaneiro — nosso kernel é comercial, e é por isso que somos profundos onde importa.
Empresa de tecnologia para logística internacional, sediada em Itajaí/SC — no coração do complexo portuário catarinense. Construímos Revenue Intelligence para quem vive de frete internacional. Nascemos dentro de uma operação real de agenciamento de carga — o produto existe porque a dor é nossa também.
Nossa marca conta a mesma história do produto: o falcão-peregrino é quem caça, o nó de ouro é a oportunidade na mira — e é o mesmo elemento que você vê no motor, da tarifa ao fechamento.
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