Não é um formulário para alimentar. É um motor que transforma cada tarifa recebida em uma lista de ataques priorizados — e mantém o funil andando por eventos.
Cole o e-mail ou anexe o arquivo no Radar. O parser lê blocos Carrier/POL/POD e FAK; a IA cobre os formatos difíceis.
O sistema cruza a tarifa com clientes de lanes compatíveis e ranqueia por score, com margem de venda aplicada.
Alvos selecionados viram deals no Kanban com cadência de follow-ups automática na agenda.
Cada resultado registrado move o card de etapa e cria a próxima ação. Booking confirmado fecha o ciclo.
A tarifa que chegou ontem por e-mail ninguém acha hoje. No Radar ela deixa de ser mensagem e vira registro: busca por porto, modal, equipamento e armador — os quatro critérios que a operação já usa — com a validade e o free time no próprio card, para você saber se ainda dá tempo.
Remontar a proposta na planilha a cada pedido, e depois lembrar de cobrar resposta. A proposta nasce das tarifas já abertas no Radar, com o preço montado ali, e sai em PDF pronto para impressão; ao disparar, o deal avança de etapa e o follow-up entra na agenda sozinho. Nada é redigitado, e o retorno não depende da memória de ninguém.
Funil que só anda quando alguém arrasta card na sexta-feira não é funil, é aparência. Aqui cada empresa é um card com quatro atributos vivos — score, temperatura, receita e a próxima ação sugerida pelo Copilot — e a etapa muda quando um resultado é registrado, não quando alguém arrasta. As etapas quem define é o gestor.
O follow-up marcado para sexta cai num feriado, e quem remarca é a memória de alguém. A agenda abre em três filas — críticas, em risco e do dia — e reagenda sozinha por dias úteis e feriados brasileiros. Cada atividade concluída registra um resultado, e é esse resultado que move o funil.
A carteira mora em três planilhas e na cabeça do vendedor que saiu. Clientes e fornecedores entram por importação de planilha, com a conferência antes de gravar, e ficam ligados às lanes que cada um embarca — que é o que faz o cruzamento da tarifa com a carteira funcionar depois.
Taxa local esquecida não some: ela reaparece na fatura, comendo a margem que você achou que tinha vendido. As taxas ficam cadastradas por armador e por porto, e é dali que a proposta as puxa — não da lembrança de quem está montando.
O vendedor fecha no preço que parecia bom, e a margem real só aparece no fechamento do mês. Aqui custos e tributos entram no cálculo do próprio negócio: o vendedor vê o que está vendendo na hora de vender, e o gestor vê o que sobra sem refazer planilha.
O GRI é anunciado e a proposta que você abriu ontem vira prejuízo amanhã. Quatro tipos de evento de mercado — blank sailings, GRIs, congestionamentos e sobretaxas — aparecem ligados às propostas abertas na lane afetada, para você fechar antes da alta em vez de descobrir depois.
Espaço já negociado com o armador que fica parado é dinheiro comprado e não vendido. A reserva fica registrada e, quando a tarifa que a serve entra no Radar, ela vira oportunidade com a próxima ação já na agenda — sem alguém precisar cruzar as duas coisas de memória.
Na PME de verdade, uma pessoa acumula pricing, comercial e gestão — os três papéis, no mesmo dia. O produto foi desenhado para essa realidade: nenhuma etapa existe só para alimentar um relatório que ninguém lê.
Grupo com operação em três países costuma ter três sistemas e uma planilha na matriz para consolidar. Cada unidade opera no seu próprio workspace, com o contexto local dela, e o grupo inteiro fica sob um único contrato.
Leitura de e-mails de tarifa, tarifários, planilhas de taxas, prints de reserva e relatórios do setor. Score de oportunidade, sugestão de próxima ação e resumo inteligente do histórico. Sempre com o mesmo contrato: a IA propõe, o humano confirma — e ela nunca inventa um armador, um valor ou um cliente.
Português, inglês e espanhol nativos — para operar com agentes no exterior sem fricção.
USD, EUR e R$ com câmbio sempre atualizado — sem recalcular conversão na mão.
Marítimo FCL e LCL (motor W/M), aéreo com peso taxado ao vivo, rodoviário nacional com DTA.
Quem opera comex conhece estas palavras. Elas ficam escritas aqui porque a proposta que o motor monta depende de cada uma — e porque termo usado sem definição é termo que só quem já está dentro entende.
"Pare de perder tarifa boa na caixa de entrada. O sistema cruza cada tarifa com sua carteira, ranqueia os alvos e coloca a equipe em ação — com o pipeline andando sozinho."
"Você não preenche CRM. A IA lê a tarifa, te entrega a lista de quem atacar e já monta a oferta. Você vende."
"Um sistema que fala comex de origem — e que a equipe realmente usa, porque tira o trabalho chato do caminho."
A esta altura você já percebeu: isto não é um CRM. CRM é só uma parte da entrega. Oportunidade, relacionamento, precificação e inteligência de mercado — tudo em um único sistema, do primeiro contato ao fechamento.
E com fronteiras deliberadas: não somos TMS (não emitimos BL nem rastreamos carga), não somos ERP nem sistema fiscal, não fazemos registro aduaneiro. Nosso kernel é comercial — da oportunidade à proposta. É por isso que somos profundos onde importa.
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